terça-feira, 19 de maio de 2009

SIMPLESMENTE FELIZ

O filme 'Simplesmente Feliz', do britânico Mike Leigh, foi um dos lançamentos nos cinemas a partir deste final de semana, a protagonista é Poppy (Sally Hawkins), uma professora primária que se veste com roupas coloridas e tenta ver a vida pelo lado positivo. Ela já passou dos 30 anos e está solteira, mas isso não a deprime; pelo contrário, ela sai para festas e se diverte como uma adolescente; frequentando aulas de dança e pula em uma cama elástica. Esta história parece ser uma versão moderna da personagem 'Pollyana', criada pela escritora Eleanor H. Porter em 1913, já que Pollyana procurava ver um lado bom em tudo o que acontecia. Por isso, Pollyana virou sinônimo de gente que não perde o bom humor mesmo que coisas ruins aconteçam. Poppy, a personagem principal de 'Simplesmente Feliz', começa o filme tendo sua bicicleta roubada. Ao invés de se lamentar, resolve entrar em uma autoescola, onde encontra um professor ranzinza (Eddie Marsan). O embate mais interessante na trama se forma quando o bom humor de Poppy se choca com mau humor do professor da autoescola. O choque entre seres tão opostos gera algumas das cenas engraçadas do filme. A alegria da aluna acaba sendo mal interpretada pelo professor, que acha que ela está se apaixonando por ele. Em meio a encontros e desencontros, problemas com alunos e amigos, Polly é uma lição de como aproveitar a vida. Afinal, nestes tempos de crise, ter ao menos um pouco do olhar de uma Pollyana não faz mal a ninguém.

5 comentários:

Luz disse...

Vou tentar ver o filme. Acho que tenho essa alegria Pollyana de viver.
Valeu a dica.
Beijinhos

Aline Gouvea disse...

Lisa, acabei de falar com minha amiga querida do coração : que bom que a gente tá olhando a vida de um jeito mais Pollyana... Ainda com ela no msn passei por aqui e SURPRESA! Que sintonia a nossa,hein?
E sigamos em frente na nossa atividade física.
beijos

Mônica disse...

O meu livro de adlescente foi Poliana. Vou gostar do filme com certeza.
com carinho Monica

mar e ilha disse...

um dos meus livros prediletos de adolescencia foi Poliana. Alguns anos atras resolvi reler e comprei um no sebo. Esse tinha uma dedicatoria escrita por uma letrinha trêmula: " para a querida netinha com amor da vovó América". Achei fofo e fiquei pensando como aquela netinha deixou aquele livro ir embora com uma dedicatória tão carinhosa. Acreditem, mas até procurei no orkut algo com vovó américa. Pena quen não encontrei. Mas voltando ao assunto do livro eu acho que devemos mesmo levar a vida como o jogo do contente. Acho que é mais fácil. Pque ficar lamentando de tudo, não é mesmo... vou ver o filme indicado.
Ah, mas conheço pessoas, que dizem achar uma idiotice essa estória do jogo do contente. Tenho uma grande amiga que diz que odiou Poliana com todas as forças e acha rídiculo... Acha que é tapar o sol com a peneira. Pois é... cada um com seus pensamentos. Vamos respeitar.

Andrea disse...

obrigada pela dica do filme ,Monica e eu iremos assistir ..beijão pra vc