terça-feira, 27 de setembro de 2011


Pros erros, *perdão.

Pros fracassos, chance.
Para os amores impossíveis, tempo.

*Perdoar é deixar a pessoa renascer na tua história.

(Sarah Westphal)


quarta-feira, 4 de maio de 2011

DEFINIÇÕES -por Adriana Falcão

Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.

Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.

Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.

Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta
um capítulo.

Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.

Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.

Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.

Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.

Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.

Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.

Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.

Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.

Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.

Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.

Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.

Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.

Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.

Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.

Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não, Amor é um exagero, também não. Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego? Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação,
Esse negócio de amor, não sei explicar.

quarta-feira, 23 de março de 2011

















"Gracioso,
bucólico,
transitório e
poético; 
outono..!"

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Faça o que for necessário para ser feliz.
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, 
você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. 
(Mário Quintana)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

"Durante muito tempo parecia, que minha vida estava preste a começar. Havia sempre algum obstáculo, algo a ser transposto, algum assunto inacabado, algum tempo a ser desprendido, uma dívida a ser paga. Então a vida começaria. Por fim entendi que aqueles obstáculos eram a minha vida." Por Angela Guedes

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

SOBRE ELEGÂNCIA

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
A elegância de comportamento” é uma elegância própria, “desobrigada” e natural. Isso porque ela não tem a ver com manuais de etiqueta, mas com convicção pessoal. Trata-se de uma postura que decorre de um profundo respeito por si e pelo outro.E é por isso uma elegância desobrigada.


É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.É uma elegância desobrigada.



É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais. Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer... porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição...
É elegante a gentileza.

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. 

Atitudes gentis falam mais que mil imagens. Abrir a porta para alguém é muito elegante... Dar o lugar para alguém sentar, sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma. Oferecer ajuda.é muito elegante. Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social. Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.


Extraído do livro: EDUCAÇÃO ENFERRUJA POR FALTA DE USO, pintor francês Toulouse-Lautrec (1864-1901).

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Seca















A seca do sul
secou minha criatividade.
Como já dizia Cecília Meireles
"Somente a árvore seca fica imóvel
entre as borboletas e pássaros".

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Bom Fim de semana

"Descanso: o doce tempero do trabalho." (Plutarco)

sábado, 1 de janeiro de 2011

RECOMEÇAR

Não importa onde você parou…

em que momento da vida você cansou

o que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.

Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo,

é renovar as esperanças na vida e o mais importante, acreditar em você de novo.

Sofreu muito nesse período?

foi aprendizado…

Chorou muito?

foi limpeza da alma…

Ficou com raiva das pessoas?

foi uma oportunidade para perdoá-las.

Sentiu-se só por diversas vezes?

é porque fechaste a porta até para os anjos.

Acreditou que tudo estava perdido?

era o início da tua melhor.

Pois é…agora é hora de reiniciar…de pensar na luz, de encontrar prazer nas coisas simples de novo.

Que tal um corte de cabelo arrojado…diferente?

Um novo curso, ou aquele velho desejo de aprender a pintar, desenhar, dominar o computador, 

ou qualquer outra coisa.

Olha quanto desafio…quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.

Tá se sentindo sozinho?

besteira…tem tanta gente que você afastou com o seu "período de isolamento"

tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para “chegar” perto de você.

Quando nos trancamos na tristeza, nem nós mesmos nos suportamo, ficamos horríveis

o mal humor vai comendo nosso fígado…até a boca fica amarga.

Recomeçar…hoje é um bom dia para começar novos desafios.

Onde você quer chegar? ir alto…sonhe alto… queira o melhor do melhor… queira coisas boas para a vida… pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos… se pensamos pequeno, coisas pequenas teremos… já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente  lutarmos pelo melhor… o melhor vai se instalar na nossa vida.

E é hoje o dia da faxina mental… joga fora tudo que te prende ao passado… ao mundinho de coisas tristes… fotos…peças de roupa, papel de bala…ingressos de cinema, bilhetes de viagens… e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados… jogue tudo fora… mas principalmente… esvazie seu coração… fique pronto para a vida… para um novo amor… Lembre-se somos apaixonáveis… somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes… afinal de contas… nós somos o “Amor”.

(Carlos Drummond de Andrade)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Refletindo com Lia Luft

Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.


Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.

Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.

Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: "Parar pra pensar, nem pensar!"

O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação. Sem ter programado, a gente pára pra pensar.

Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.

Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.

Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.

Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.

Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.

Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.

Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.

Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.

Parece fácil: "escrever a respeito das coisas é fácil", já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.

Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.

Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.

Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.

E que o mínimo que a gente faça seja - a cada momento - o melhor que afinal se conseguiu fazer.

(Por Lya Luft)

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Ninguém tem a felicidade garantida. A vida simplesmente dá a cada pessoa tempo e espaço. Depende de você enchê-los de alegria.  (Brown)

A felicidade é a soma de todas as infelicidades que a gente não teve. (Marcel Achard)

Uma vida feliz é dedicada a aprender, ganhar e almejar. (Lillian Gish)

Se perder a capacidade de rir, perderá a de pensar. (Clarence Darrow)

Homem feliz é aquele que, ao despertar, se encontra com prazer, se reconhece como aquele que gosta de ser. (Paul Valéry)

Resolvi ser feliz porque é melhor para a saúde. (Voltaire)

Não é preciso ter muita coisa para ser feliz: Tenho agasalho para o frio, comida para matar a minha fome e muitas amizades para me alegrar.

Desisti de ser feliz.Agora me sinto muito menos infeliz.

Você quer estar sempre com a razão ou quer ser feliz?

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Eu estou sempre renascendo.
Cada nova manhã é o momento de recomeçar a viver.
Há 80 anos eu começo meu dia da mesma maneira -
 e isso não significa uma rotina mecânica,
mas sim algo essencial para a minha felicidade."  
(Pablo Casals)

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Cantarolando Paralamas do Sucesso

A vida sem freio me leva, me arrasta, me cega
No momento em que eu queria ver
O segundo que antecede o beijo
A palavra que destrói o amor
Quando tudo ainda estava inteiro
No instante em que desmoronou
Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo

Há um segundo tudo estava em paz

Cuide bem do seu amor
Seja quem for,
Cuide bem do seu amor
Seja quem for...

E cada segundo, cada momento, cada instante
É quase eterno, passa devagar
Se o seu mundo for o mundo inteiro
Sua vida, seu amor, seu lar
Cuide tudo que for verdadeiro
Deixe tudo que não for passar
Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
Há um segundo tudo estava em paz

Cuide bem do seu amor
Seja quem for,
Cuide bem do seu amor
Seja quem for...

(Paralamas do Sucesso)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Haikais

Esta vida é uma viagem
Pena eu estar
Só de passagem.


Amar é um elo
Entre o azul
E o amarelo.


A noite - enorme
Tudo dorme
Menos teu nome.


Pra que cara feia?
Na vida,
Ninguém paga meia.
                                                                                (Paulo Leminski)

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Hoje é dia do Sushi !













Branca como Sushi
Eu sou verdade nua e crua
Não cozida ao Sol
Posso ser indigesta
Mas como diz o oriental:
não faz mal ao coração.

Fonte: http://mari-lia-poesia.blogspot.com/2010/06/sushi-nu-e-cru.html  

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Começa hoje a 56ºFeira do Livro

A 56ª Feira do Livro de Porto Alegre se espalha pela Praça da Alfândega e pelo Cais do Porto a partir  da tarde desta sexta-feira. A feira do livro para nós é sempre motivo de expectativa e alvoroço na cidade.
















Para ter acesso a programação completa, acesse http://www.feiradolivro-poa.com.br/programacao.php

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Você gosta do que faz?

Você se sente realizado com o seu trabalho?
Você tem prazer de ir para o trabalho?
Seus olhos brilham quando você conta para alguém como foi o seu dia, sobre os seus projetos que realizou?
Há coisa pior do que passar a maior parte do dia e da vida produtiva fazendo o que não gosta?

Se este não é o seu caso, saiba que você não é o único. São poucas as pessoas que encontram realmente paixão naquilo que fazem, mas são justamente elas exemplos de profissionais bem-sucedidos, tanto no campo pessoal quanto o profissional. Veja os exemplos ilustres de Antônio Ermírio de Moraes, Abílio Diniz (da rede Pão de Açúcar), a empresária Milú Vilela, a escritora Maria Adelaide Amaral, entre outros.
A possibilidade de fazer o que se gosta e unir prazer ao trabalho diário pode trazer, além de muita felicidade, entusiasmo e qualidade de vida, ganhos expressivos também financeiramente. É o que afirma Mark Albion, autor do livro "Making a Life, Making a Living", ainda sem tradução para o português. Albion concedeu recentemente uma entrevista à Revista Você S.A., onde comentou a pesquisa que realizou sobre o assunto. Ele investigou a vida de 1.500 profissionais que obtiveram seu diploma de MBA (Master in Business Administration) nas melhores escolas americanas há 20 anos. Quando fizeram sua primeira opção de emprego após o curso, 83% (1.245 pessoas) afirmaram que ganhariam dinheiro primeiro, para depois fazer o que realmente desejavam. Escolheram o emprego por causa do salário. O restante, 17%, disse que faria aquilo que realmente lhe interessava, independente da questão financeira. Vinte anos depois, os resultados são surpreendentes: entre os 1.500 pesquisados, Albion encontrou 101 multimilionários. Apenas um deles pertence ao primeiro grupo. Os outros 100 faziam parte do segundo, de 255 profissionais que seguiram sua paixão. A experiência mostra que as chances de ficar milionário fazendo o que se gosta são 50 vezes maiores de quem trabalha apenas para ganhar dinheiro.

A revista  Época, em uma das suas edições, também abordou a questão: “Dá para ser feliz no trabalho?”. A reportagem foi baseada em dois livros sobre o tema, e me fez pensar sobre a minha relação com o trabalho. Eu adoro trabalhar. Mas conheço mais gente que detesta do que gente que gosta do que faz. E o curioso é que muitos dos que não gostam falam mais de trabalho do que eu. Não do trabalho em si, mas do ambiente do emprego. Parecem presos às disputas de poder, às fofocas, a quem está sacaneando quem, ao que o fulano disse ou deixou de dizer, aos supostos privilégios de um em detrimento de outro. São alimentados pelas pequenezas do cotidiano que os massacra. E, mesmo que não admitam, também colaboram com sua cota de intrigas. Mesmo que não admitam, há um prazer nessa dinâmica do dia a dia, seja num escritório revestido de mármore, seja num chão de fábrica.

Fiquei pensando por que eu gosto de trabalhar. Primeiro, para mim há uma diferença fundamental entre trabalho e emprego. Na minha divisão pessoal, o emprego é o lugar onde eu trabalho. Se meu emprego permite que eu trabalhe, é um bom emprego. Se não permite, é hora de sair em busca de um que me deixe trabalhar. Então, é uma relação de troca, para além do salário. Eu faço da melhor maneira aquilo que sei fazer de melhor, e o emprego me dá as condições e a autonomia para que eu possa fazer o melhor que sei fazer. Se essa relação está equilibrada, eu ganho e todos ganham.  De tempos em tempos, eu faço uma análise dessa relação de equilíbrio. O resultado me mostra se algo precisa mudar. Na minha avaliação, interna e pessoal, entram não só as questões objetivas, mas também as subjetivas. Ou seja: o salário, os equipamentos, as condições, o espaço, o investimento é importante, mas ser tratada com respeito e educação é tão importante quanto. Se um dia eu tivesse um salário milionário, mas meu chefe cometesse o que hoje é chamado no Código Penal de assédio moral, tenho certeza de que não ficaria um minuto a mais.

Por isso sou feliz no trabalho. Não trabalho apenas para ter um salário que me permita adquirir bens, nem trabalho para agradar um chefe. Ter um bom salário e um chefe satisfeito é o melhor cenário. E é importante. Mas meu horizonte está além. Não é circunstancial, nem estou a serviço de um projeto corporativo ou do projeto individual de um outro. O que tenho é um projeto de vida que, naquele momento, coincide com o de um superior, de uma empresa. Coincide, mas não está preso a ele. Acredito que todos ganham quando um projeto coletivo é construído não por escravos modernos e corporativos, mas por gente livre.  Nosso olhar sobre o mundo muda o mundo. Mesmo que seja um não-olhar, mesmo que seja uma falta. Se o seu olhar é vazio não é só a sua vida que se torna opaca, mas o que você poderia criar no mundo que se apaga antes de existir. O que somos e o que fazemos não é apenas uma profissão, um emprego, um meio de pagar as contas. É a expressão da singularidade de cada um de nós. É o nosso jeito único, intransferível e irrepetível de estar no mundo. E, com nosso trabalho, mudar o mundo e ser mudado por ele.

Quando você dá sentido ao seu trabalho, você não se deixa alienar. Seu trabalho não se torna algo separado de você, um produto que não é seu. Ao contrário. Ele é você, contém você, tem nele o seu desejo. Como expressão de sua passagem pelo mundo, seu trabalho lembra a cada dia de quem você é e do que realmente importa. Se isso não acontece, talvez seja hora de mudar. Não apenas de emprego, não somente o que está fora de você, mas algo um pouco mais profundo, bem mais fundo, mas que pode condenar ou libertar a sua vida.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Poetando Quintana

DAS UTOPIAS


Se as coisas são inatingíveis... ora!

Não é motivo para não querê-las...

Que tristes os caminhos se não fora

A mágica presença das estrelas!

(Mario Quintana - Espelho Mágico)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

BOM FIM DE SEMANA


Bendito seja
o descanso
porque dele
é feito a paz.











quarta-feira, 20 de outubro de 2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

"A felicidade de um amigo deleita-nos. Enriquece-nos.
Todo meu patrimônio são meus amigos"
(Emily Dickinson)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Seja mais do que importante, seja raro

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.

3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.

4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato.

5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.

6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.

7.. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.

8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele aguenta.

9. Poupe para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.

10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.

11. Sele a paz com seu passado para que ele não estrague seu presente.

12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.

13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem ideia do que se trata a vida deles.

14. Se um relacionamento tem de ser um segredo, você não deveria estar nele.

15. Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca.

16. Respire bem fundo. Isso acalma a mente.

17. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeroso.

18. O que não te mata, realmente te torna mais forte.

19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.

20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite não como resposta.

21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante. Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.

22. Prepare-se bastante, depois deixe-se levar pela maré.

23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

25. Ninguém é responsável pela sua felicidade além de você.

26. Encare cada "chamado" desastre com essas palavras: Em cinco anos, vai importar?

27. Sempre escolha a vida.

28. Perdoe tudo de todos..

29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.

31. Independentemente se a situação é boa ou ruim, irá mudar.

32. Não se leve tão à sério. Ninguém mais leva....

33. Acredite em milagres.

34. Deus te ama por causa de quem Deus é, não pelo o que vc fez ou deixou de fazer.

35. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.

36. Envelhecer é melhor do que a alternativa: morrer jovem.

37. Seus filhos só têm uma infância.

38. Tudo o que realmente importa no final é que você amou.

39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares.

40. Se todos jogássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.

41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

42. O melhor está por vir.

43. Não importa como você se sinta, levante-se, vista-se e apareça.

44. Produza.

45. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente."



Por REGINA BRETT, 90 ANOS, CLEVELAND, OHIO

Para celebrar o envelhecer, uma vez eu escrevi 45 lições que a vida me ensinou. Foi a coluna mais requisitada que eu já escrevi. Meu taximetro chegou aos 90 em Agosto, então aqui está!

sábado, 9 de outubro de 2010

12 dicas para o dia das crianças

1.Acorde tarde

2.Tome café da manhã com seu bolo preferido

3.Assista desenhos animados

4.Almoce na casa de sua avó

5.Brinque de amarelinha

6.Dance no meio da sala

7.Ande de balanço

8.Faça um passeio pelo zoológico

9.Vá ao cinema assistir uma comédia

10.Jante num “Fast Food”

11.Coma chocolate (sem culpa)

12.Durma tarde...!!










 

No dia das crianças, faça feliz a criança que há dentro de você!


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Gentileza é qualidade de vida. Por um motivo simples a vida é feita de relacionamentos. Vive melhor quem tem competência para se relacionar e faz parte dessa competência tratar o outro com civilidade e respeito. Estique o braço para os lados para cima e para baixo.É nessa área que você deve atuar. Crie harmonia e beleza em seu entorno basta que cada um cultive gentileza em seu palmo de terra. Pessoas felizes não são pessoas que não tem problemas. São aquelas mais preparadas para enfrenta los porque geralmente tem bom senso, resistência e capacidade de tolerar frustrações.
(Trecho do Livro - "A ARTE DE SER LEVE", de Leila Ferreira)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

CowParade em Porto Alegre

O maior evento de arte urbana do mundo – a CowParade – chega pela primeira vez ao Rio Grande do Sul e invadirá as ruas de Porto Alegre a partir do dia 8 de outubro, quando a cidade amanhecerá repleta de simpáticas vaquinhas. Criadas por artistas gaúchos das mais diversas vertentes, as obras permanecerão até o dia 20 de novembro em exposição, atraindo milhares de olhares numa verdadeira galeria a céu aberto. Ao todo, 80 esculturas feitas em fibra de vidro em tamanho natural serão espalhadas pelos quatro cantos da capital, colorindo as principais ruas, avenidas, praças e shoppings, entre outros pontos estratégicos.

Para os realizadores, que já puderam ver o conjunto de esculturas no galpão onde as vaquinhas foram customizadas, a primeira edição da CowParade Porto Alegre promete surpreender. “A qualidade artística está excelente. Buscando inspiração na sua história e tradição, os artistas gaúchos criaram obras lúdicas e esteticamente muito bonitas”, resumem Catherine Duvignau e Ester Krivkin, da Toptrends, empresa que detém os direitos de licenciamento da CowParade no País e realizam o evento em parceria com a Farah Service e com o patrocínio exclusivo da MU-MU. O patrono da mostra, Rodrigo Vontobel, fala que a idéia “é encantar e envolver o público com uma exposição totalmente democrática, acessível para quem quiser ver, tocar e interagir”.

Artistas sulistas consagrados, como Mauro Fuke, Zorávia Bettiol, Ana Norogrando, Eduardo Vieira da Cunha e Denise Haesbaert assinam obras ao lado de novatos como Fernando Giongo, Duda Lanna, Juliana Bassani e Mirele Riffel, entre outros. Designers, arquitetos, grafiteiros, publicitários ou apenas aventureiros no mundo das artes, todos tem em comum a oportunidade de arrancar sorrisos e atrair a atenção de milhares de pessoas que poderão ver as vaquinhas durante quase dois meses. “Com tantas vacas espalhadas por Porto Alegre, é inevitável que se descubra novos talentos. E o mais bacana é que em todas as cidades onde a CowParade passa, a paisagem urbana fica mais rica e colorida, num lindo museu interativo”, explicam as diretoras da Toptrends, que já realizaram edições em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba.

Após a exposição nas ruas de Porto Alegre, no dia 21 de novembro, a CowParade segue para o Shopping Bourbon Country, onde ficará em exposição até o dia 30 do mesmo mês. No primeiro dia de dezembro, as 80 vaquinhas serão leiloadas em um grande evento no Teatro do Bourbon Country, e o dinheiro arrecadado será revertido para projetos do Funcriança, mantido pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre, parceira institucional do evento.

Eu assisti a exposição em São Paulo e achei o máximo!
Vamos prestigiar !!


Serviço  CowParade Porto Alegre
08/10 a 20/11 – Exposição – Ruas de Porto Alegre
21/11 a 30/11 – Exposição Shopping Bourbon Country
01/12 – Leilão – Teatro do Shopping Bourbon Country


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Comendo, rezando e amando..

Quem já não teve vontade de fazer isso:"Arrumar as malas e pegar um voo para uma terra distante, fugir do mundo, refletir sobre a vida e resgatar sua alma dos "fast foods" modernos, carreiras agitadas e namoros apressados.." é isso que propõe o filme "Comer, Rezar, Amar" que estreiou nos cinemas na ultima sexta-feira, baseado no livro de memórias de Elizabeth Gilbert e sua busca - atravessando o mundo - atrás de auto-descoberta.
Liz (no papel de Julia Roberts) é uma escritora que resolve tomar conta da sua vida e fazer um montão de coisas que tem vontade(viajar, conhecer(se), sentir(se) e aprender.. mesmo tendo abrir mão da vida de conforto e de um  casamento instável. Logo de cara no primeiro capítulo, ela aparece ajoelhada no meio da madrugada aos prantos, orando a Deus pela primeira vez, (a cena me tocou muito..)pedindo uma luz, uma saída, um sinal. É nesse momento que espontaneamente, o filme começa.
Liz tinha tudo o que uma mulher sonha ter – um marido, uma casa, uma carreira bem-sucedida e ainda sim -como muitas outras pessoas- ela está perdida, confusa vazia e em busca do que ela realmente deseja na vida. É quando ela pede o divórcio num momento decisivo, sai da zona de conforto, arriscando tudo para mudar sua vida, e embarca numa jornada ao redor do mundo que se transforma em uma busca por auto-conhecimento, escolhendo  três países cujo nome começam com I: Itália, Índia e Indonésia. Em suas viagens, ela descobre o verdadeiro prazer de comer na Itália; (o que achei a parte mais interessante e deliciosa do filme), Esta primeira é um filme passeio turístico e culinário... lá também ela conhece um grupo de amigos que a adota, levando-a para restaurantes e até para casas de campo, onde passam o feriado de Ação de Graças. É na Itália que ela começa a aprender a relaxar e a alegria de não fazer nada – o famoso dolce far niente.lá ela descobre os prazeres da boa comida, dos bons vinhos..  Na Índia, ela conhece Richard (no papel de Richard Jenkins), um texano que implica com o seu jeito desde a sua chegada, até que se torna seu amigo depois de confessar o seu verdadeiro motivo de estar ali. É na índia que  ela descobre o poder da oração. Depois de alimentar corpo e alma, Liz encontra parte pra Bali, na Indonésia, o seu último destino,onde ela encontra o equilíbrio e atão esperada paz interior que procurava. Quando chega na ilha, ela se instala na casa de um sábio curandeiro balinês, onde já esteve anos atrás. Lá, não só recebe lições de sabedoria, como também faz novos amigos; um deles é Felipe (Javier Bardem), o brasileiro que desperta em Liz a vontade de amar e se apaixonar de novo. Em Bali ela também conhece uma curandeira que havia perdido tudo ao separar-se do seu marido. ela junto da sua filha, são responsáveis pelo momento mais emocionante do longa : a doação da casa feita por Liz, sendo este o seu presente de aniversário.
O filme também homenageia a música nacional, com citações como o “Samba da benção”, aquele que diz que “é melhor ser alegre que ser triste”. O filme se passa na primeira pessoa, com Liz Gilbert contando as suas próprias experiências na passagem por essas três diferentes culturas, e suas reações a cada uma delas, onde ela mesma refuta seguir à risca os ensinamento, como se mostrasse que, mesmo as religiões não são – ou não deveriam ser – dogmas impostos, mas sugestões de comportamento. Por mais que a crítica tenha difamado o longa e caracterizado como mais um clichê, Comer rezar e amar é um belo filme para refletirmos sobre nossos valores e sobre nossa espiritualidade. Vale a pena conferir !

domingo, 3 de outubro de 2010

Minha preocupação não é se Deus está ao nosso lado; minha maior preocupação é estar ao lado de Deus, porque Deus é sempre certo.


Minhas imperfeições e fracassos são como uma bênção de Deus - assim como meus sucessos e meus talentos - e eu coloco ambos a seus pés.

Eu segurei muitas coisas em minhas mãos, e eu perdi tudo; mas tudo que eu coloquei nas mãos de Deus, eu ainda possuo.

Deus não nos exige que tenhamos sucesso; ele apenas exige que tenhamos fé.

(Abraham Lincoln)

sábado, 2 de outubro de 2010

Bom fim de semana
















"Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. 
Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta." 

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Falando em amor...















Ontem assisti ao filme Amor à Distância, dirigido por Nanette Burstein, onde Drew Barrymore (As Panteras) e Justin Long (Arraste-me Para o Inferno)  vivem o casal Erin e Garrett que se vêem no dilema de viver um relacionamento, cada um vivendo em estados diferentes nos Estados Unidos. A história faz um bom questionamento: um amor a distância sobrevive?! Para quem já viveu isso por um tempo, sabe que tem muito sofrimento nesse tipo de relacionamento, porém o roteiro do filme é bom, por isso, são bem balanceados os momentos de sofrimento com os de comédia. A diretora soube fazer um ótimo trabalho. O filme tem um humor aceitável, seja na enxurrada de palavrões (que é mostrada de uma forma natural), seja nos amigos do Garrett  que são ótimos, incluindo os seus bigodes..!













A trilha sonora é uma delícia, característica própria desses novos filmes meio "índies", Cat Power, The Cure, The Pretenders e até a música Take my Breathe Away, da banda Berlin (tema de Tom Cruise e Kelly McGillis em Top Gun). Cenas melosas pela cidade de Nova York, incluindo locações clássicas como o Central Park e o parque de diversões de Coney Island, faz parecer que cada música tá no lugar certinho.
O figurino simples da personagem de Drew Barrymore é capaz de nos dar muitas dicas do que usar no dia a dia e até em um jantar a dois, visto que muitos homens não gostam de mulheres tão produzidas e maquiadas em excesso. Drew faz um estilo básico, mas moderninho, despojado e madeixas inspiradas no universo do surf, ela já antecipa algumas tendências da próxima estação e faz com que todos prestem mais atenção em seu visual.













Amor à Distância consegue divertir e emocionar...tudo graças à sintonia e a boa  química entre os protagonistas, (já que os dois atores vivem uma relação amorosa na vida real!) Se por um lado o filme abusa dos clichês das comédias românticas, por outro, usa da internet, do celular e do sexo por telefone para criar o clima do namoro tecnológico e que supera as barreiras da distância. Mas o filme não vai mais fundo que isso - não é daqueles que vai fazer a gente se debulhar em lágrimas com uma história de amor emocionante, nem  uma comédia que nos levam o expectador a gargalhar o tempo inteiro, mas tem um bom final, eu diria "fofo" sem ser piegas e não deixa de ser uma boa pedida para àqueles que são fãs do gênero.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Amas a vida?


Então não desperdices o tempo.


Porque desse material é que a vida é feita.


(Benjamin Franklin)

domingo, 26 de setembro de 2010

Amor pra recomeçar - Frejat/Barão Vermelho


Eu te desejo
Não parar tão cedo
Pois toda idade tem
Prazer e medo...
E com os que erram
Feio e bastante
Que você consiga
Ser tolerante...
Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero.
Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar..
Eu te desejo muitos amigos
Mas que em um
Você possa confiar
E que tenha até
Inimigos
Prá você não deixar
De duvidar...
Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero...
Eu desejo!
Que você ganhe dinheiro
Pois é preciso
Viver também
E que você diga a ele
Pelo menos uma vez
Quem é mesmo
O dono de quem.
Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Amar não é aceitar tudo. Aliás: onde tudo é aceito, desconfio que há falta de amor.  (Vladimir Maiakóvski)

Amar é cansar-se de estar só: é uma covardia portanto, e uma traição a nós próprios - importa soberanamente - que não amemos.      (Fernando Pessoa)

A medida do amor é amar sem medida.   (Victor Hugo)

Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca.  (Clarice Lispector)

Tão bom morrer de amor e continuar vivendo.(Mário Quintana)

domingo, 19 de setembro de 2010

"Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo. 
Apalpar o nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. 
Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. muita inquietação por debaixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema: pensar nem pensar" (Lya Luft)

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

BOM FIM DE SEMANA!

"Mais do que coisas novas, aquilo que precisamos é de uma maneira nova de ver as coisas."


Não é o que acontece numa sociedade envelhecida e cínica, que gere as crises com oportunismo e sem referências a valores, e uma cultura que legaliza disfarçadamente a violência e a morte, parecendo trazer novidade, mas revelando tão só esgotamento e vazio.
Quem não vir o bem no âmago da realidade nem sequer chegará a compreendê-la e não terá futuro."
(P. Vasco Pinto de Magalhães, s.j. )

Este texto rico, eu repliquei da minha querida amiga Bacouca.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Um sarau poético


O livro de Mario Quintana, "Velório sem Defunto" é base do sarau poético-cultural, hoje, 19h, no mezanino da  CCMQ - Casa de Cultura Mário Quintana(Andradas, 736), no Segmento Quintanares e Melodias. Os poemas do escritor serão recitados por Jairo Klein e Floreny Ribeiro e intercalados por páginas musicais, de autores diversos, executados pelo trompetista Jean Marie. A publicação reúne grandes temas da poética de Quintana, pela presença permanente dos seus mundos, vivências, memórias, metaforizações, espantos e esperas.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010


O segundo livro de poemas de Alexandre Spinelli - paulista que adotou Porto Alegre entre 1989 e o ano passado e hoje reside nos Estados Unidos - "Você já Escutou o Silêncio? (Edições Dubolsinho) busca a aproximação dos sentimentos da existência sempre com um olhar de espanto.

Em cada verso, o autor tenta apresentar a ternura e a perplexidade apaixonado pela vida, diante de diferentes situações.

A poesia de Spinelli utiliza uma linguagem de atração direta, poemas com simplicidade, utilizando o lirismo e a metáfora comedidamente.

Em 46 poemas, o autor se debruça sobre amor, alegria, cotidiano e coisas prosaicas como uma goiabeira ou um café:
 "Dois pontinhos mais escuros /No meio do branco da espuma/O que me lembram/A que remetem?".





terça-feira, 14 de setembro de 2010

Quanto custa ser feliz?

O que faz você feliz? Responda rápido. Vamos. Se pudesse escolher a melhor coisa para acontecer com você agora, provavelmente diria que era ganhar na loteria, certo? Aí poderia comprar um carro novo, aquela casa dos sonhos, fazer uma viagem luxuosa, parar de trabalhar. E seria muito mais feliz. Pode até ser verdade, mas essa sensação não duraria muito. Após décadas pesquisando o assunto, psicólogos, neurocientistas e economistas chegaram à conclusão de que o dinheiro traz felicidade, sim, mas não tanto quanto imaginamos. E quem gasta muito acaba prejudicado na hora de aproveitar pequenos prazeres essenciais à boa vida, como jantar fora na companhia dos amigos ou saborear lentamente uma barra de chocolate. Pesquisas recentes mostram que nosso cérebro se engana quando sonha que uma casa na praia, um carro novo ou uma grande paixão nos deixariam mais satisfeitos. Mesmo sem nada disso, dizem os cientistas, estamos fadados à felicidade. As mais recentes descobertas no campo da ciência não se voltaram contra o dinheiro. Elas propõem, na verdade, uma relação diferente com o saldo bancário e uma nova maneira de distribuir os gastos do mês. Indicam que devemos priorizar investimentos que trazem boas experiências e relacionamentos em vez de grandes tacadas. Em junho, pesquisadores das universidades de Harvard e de Virginia, nos Estados Unidos, e de British Columbia, no Canadá, divulgaram um estudo com o sugestivo nome: “Se o dinheiro não te faz feliz, então você não está gastando direito”. Eles questionam o fato de que, se grana traz essa alegria toda, por que é que os milionários não estão mais felizes do que a média da população mundial? A resposta é que a maioria de nós não faz ideia de quais são os gastos que realmente trarão o contentamento que esperamos. “Recentemente comprei um par de botas de R$ 3 mil”, diz a estudante Mayara Turquetti, 23 anos, que nunca teve que se preocupar em comparar preços, ao descrever uma tarde de compras comum em seu dia a dia. “Depois de algum tempo, as botas já estavam encostadas no fundo do armário, junto com tantas outras que tenho. E eu não estava mais feliz”, afirma. “É legal entrar em uma loja sem olhar o preço, mas no final das contas o que me faz melhor hoje é passar tempo com as pessoas de que gosto.” Mayara concluiu, sozinha, o que os pesquisadores estão tentando nos mostrar. Gastos exorbitantes não tornam ninguém mais feliz no longo prazo. Ao contrário, dizem os cientistas, pagar por uma refeição especial, cursos de idiomas ou viagens curtas trariam muito mais retorno para a construção da felicidade duradoura, pois nos ajudam a estabelecer conexões pessoais. Para ter acesso a toda matéria na íntegra, acesse
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI166261-17773,00-QUANTO+CUSTA+SER+FELIZ+TRECHO.html


É preciso saber encontrar a alegria na alegria dos outros, para mim não há satisfação maior do que aquela que sentimos quando proporcionamos alegria a alguém. A felicidade depende mais do estado de espírito do que das circunstâncias exteriores.


E você, o que o faz feliz?