terça-feira, 22 de setembro de 2009

DICA DE LIVRO

A pergunta que intitula o livro, expressa o desejo que cada um tem de saber quem é de fato, uma construção que começa na escolha do nome e do sobrenome do sujeito. A obra retrata sobre os desamparos do ser humano nos tempos atuais, bem como sobre a busca de amparos. Este livro é um mergulho em um rio de superfície espelhada, não da forma como o fez Narciso e que o levou à morte, mas sim na procura do conhecimento de si mesmo. Cada ensaio, a seguir, é uma viagem para descobrir alguns amparos para se viver nos labirintos das paixões e dos amores essenciais. Não é por acaso que a Cabala afirma que nas letras do nome de uma pessoa está contida sua alma. Para o escritor, numa sociedade desnorteada, cresce a importância da fraternidade, que exige que se aprenda a lição de Sêneca: começar a ser amigo de si mesmo. O psicanalista e escritor Abrão Slavutzky autografa seu novo livro hoje, a partir das 19h30min, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping (Túlio de Rose, 80).

6 comentários:

Elisa no blog disse...

Adoro ler, mas infelizmente a gente não acha títulos brasileiros aqui no Japão. Já livros em inglês tem de montão.
Obrigada pela visita lá nas aventuras pela Malásia.
bj

Mike disse...

Começar a ser amigo de si mesmo é um óptimo princípio, Lisa. :)

R.Vinicius disse...

Lizzie fiquei interessado no Livro. A noite de autografo é aí em Porto Alegre? Vou buscar mais informações sobre o autor e o Livro. Abraço.

Mônica disse...

Começar a ser amigo de si mesmo. Eu vou ler assim que terminar MUlherzinhas.
Com carinho Monica

Mônica disse...

Lisa
É ´porque é bobo. Uma história muito simples . Minhas irmãs, viram, porque eu estava procurando há muito tempo. Como elas fazem tudo por mim, conseguiram.
É a mesma coisa sobre o Roberto carlos. Só eu gostava dele e de suas musicas, mas a Andrea nunca deixou de me levar nos shows, apesar de não ser fã dele.
Agora mesmo estou contando para mamae e lendo o livro Mulherzinhas de uma epoca que não existe mais. Mas é tão gostoso ver a pureza.
Acho que esta palavra não existe mais no vocabulário das meninas, acho mesmo que nem nas das crianças.
Pureza! Que coisa mais boba!
Ms eu estou adorando o livro. Só que não indicaria também. Só serve para quem viveu aquela epoca de romance que eram eternos.
Nossa respondi um testamento
Com carinho Monica

Elisa no blog disse...

Lisa,
Muito obrigada pelo longo comentário.
Muito bonito tudo o que vc escreveu. Serviu para que eu pudesse refletir a respeito e aprender mais sobre o amor, paixão, apego... e saber distinguir.
Vc é a autora ou é de algum escritor?
Sempre aprendo muito com vc, obrigada.
bj